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5 de agosto de 2017

O AMOR SEMPRE VENCE - 1 CORÍNTIOS 13


Essa animação, repleta de cores, sons e ruídos, inspirada em um game de "nível hard, heavy, extreme...😖", pode parecer aleatória, mas traz uma profunda reflexão sobre o Evangelho de Cristo: O conceito sobre o amor verdadeiro e como o sacrifício por aqueles que amamos é importante.

É exatamente isso que o SENHOR Deus revela nas Escrituras. Deus é Amor! O amor é a força mais poderosa do mundo. É o elo que liga pessoas umas com as outras e com Deus. O verdadeiro amor não depende de quem recebe amor. A pessoa que ama decide amar porque quer amar. O amor é uma decisão poderosa.
Não existe um amor igual ao amor de Deus, porque só esse amor, através de Jesus, pode transformar as nossas vidas e nos completar. Seu amor serve de exemplo. Nós devemos amar os outros de forma incondicional, como Deus nos ama. Esse é um dos nossos chamados, nosso propósito em relação ao próximo.
"O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta."
1 Coríntios 13:4-7

15 de junho de 2012

A REVOLUÇÃO ( LOUCOS POR AMOR DE CRISTO)

“Nós somos loucos por amor de Cristo, e vós sábios em Cristo; nós fracos, e vós fortes; vós ilustres, e nós vis".1 Coríntios 4:10.



Uma suave revolução acontecerá pela humilde organização dos cristãos loucos que estão dispostos a subverter a ordem estabelecida ao reorganizar sua vida em torno da mente de Cristo. Sua questão é a transparência por meio da veracidade, e seu estilo de vida será moldado pelo evangelho de Jesus Cristo.

Se “a verdade consiste em que a mente dê às coisas a importância que elas tem na realidade”, nas palavras de Jean Danielou, então o desejo de segurança, prazer e poder será avaliado de forma realista como sendo palha, e o domínio de Jesus Cristo pragmaticamente afirmado como a ordem da verdadeira realidade.

Os loucos por Cristo são violentos, como o evangelho ordena que sejam (Mt. 11:12), mas a violência se aplica a eles próprios (Gl. 5:24). Sua bondade é o belo fruto da reverência a Deus, da compaixão pelo mundo e do respeito de si mesmos. Suas prioridades são pessoais, determinadas não pela religião popular do momento, por políticas de poder ou pela cultura de consumo, mas pelo Sermão do Monte e pelo mistério pascal.

Para o louco, Jesus Cristo não é um sábio ou um admirável reformador: é o segundo Adão, autor de uma nova criação. “Estou fazendo novas todas as coisas!” (Ap. 21:5). Jesus redirecionou a realidade e deu-lhe uma orientação revolucionária. Jesus não arrumou o mundo. Ele o levou a uma freada barulhenta. O que ele refez a partir dos materiais humanos da velha ordem não foram pessoas mais agradáveis, com moralidades melhores, mas coisas novas (IICo. 5:17).

O sentido de missão entre os loucos causará destruição na vizinhança.
Medos serão despertados e rumores circularão de que tais pessoas estão ficando “estranhas”. Os amigos os aconselharão a se restabelecer e a fazer algo construtivo com suas vidas (como procurar segurança, prazer ou poder). Os vizinhos cochicharão que são fanáticos religiosos. Os familiares darão demonstrações ostensivas de suas realizações duvidosas. Estratagemas serão planejados para levá-los a ver e sentir como de fato são: loucos. Catherine de Heuck Doherty diz: “É como se o mundo precisasse de loucos – loucos por Cristo! Loucos pelo amor de Deus! Pois são tais loucos que mudam a face da terra”.

Conforme seria de se esperar (Jo. 15:18), esses loucos serão ofendidos. O cristianismo hoje é basicamente inofensivo, um tipo de religião que jamais transformará coisa alguma. Jesus Cristo, o mestre revolucionário, transgrediu a ordem religiosa da Palestina. Os cristãos também são compelidos a transgredir e, se não o fizerem, isso é um mau sinal: não estarão sendo revolucionários de fato.

Quando os loucos que buscam viver com a mente de Cristo (Fp. 2:5) perguntam a si mesmos “Por que existo?”, eles respondem: “ Por causa de Jesus Cristo”. Se os anjos se perguntarem, a resposta será a mesma: “Por causa de Jesus Cristo”. Se o universo inteiro de repente pudesse falar, de norte a sul e de leste a oeste, ele clamaria em coro: “Nós existimos por causa de Cristo”.

Se houver qualquer prioridade em nossa vida pessoal ou profissional mais importante do que o domínio de Jesus Cristo, desqualificamos a nós mesmos como testemunhas do evangelho e como membros da suave revolução.
Desde o dia em que Jesus rompeu os laços da morte e a era messiânica irrompeu na história, há uma nova agenda, um conjunto sem igual de prioridades e uma hierarquia revolucionária de valores para o crente.



O Carpinteiro não somente refinou as éticas platônicas, ou aristotélicas, reordenou a espiritualidade do Antigo Testamento, ou renovou a velha criação. Ele trouxe uma revolução. Precisamos renunciar a tudo o que possuímos, não apenas a maior parte. Precisamos abandonar nosso velho modo de vida, e não corrigir apenas algumas de suas poucas aberrações. Devemos ser uma criação completamente nova, não simplesmente uma versão renovada. Seremos transformados de uma glória a outra, até mesmo na própria imagem do Senhor – transparente. A mente será renovada por uma revolução espiritual.


"Convite à Loucura”, Páginas 149-154 - Brennan Manning - Ed. Mundo Cristão - 2005 Via Vineyard BH

28 de fevereiro de 2011

AMOR É ATITUDE! - MATEUS 22:37-40

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